"Já pequenininha era muito mal-humorada".A maturidade e sua forma de ser lhe permitiu estrear na TV aos 10 anos.
Aos 11 convenceu á suar para entra em "Gasoleros".
Disse que lhe aborrece falar todo o tempo do trabalho do ator. Retrato da frescura.
Jimena Barón não é desse tipo de gente que viaja á 'Índia' e, ao voltar, diz que já não é a mesma. Foi, recorreu, se deslumbrou, voltou, e seguiu sendo ela. Isso sente, isso disse. Não tem necessidade de atuar uma falsa espiritualidade... "Alguns turistassão muitos frios e creem que só por fazer isso já encontrarão a paz. Se compram uma túnica, se rapam e juram que têm outra energia.
Eu me trago uns lenços e novos sabores para cozinhar, porém não é que digo 'Ah, vivia em Barrio Norte e não faz falta viajar', retruca Jimena Barón, dona de uma honestidade brutal que a elege de um lugar comum.
Tem 23 anos e um disse mais associado ao relato que ao discurso. Amparada na frescura, manda bem com o modelo que quer fazer ouvir. Se deixar escutar, como quando assegura que "Sigo fazendo as mesmas coisas que fazia quando era menina. Me reconheço no cotidiano, no impaciente, no que me contas os baixos, por que me aburrecem e me ponho a deboxar. Quendo tento fazer-me grande e ler um livro sério enquanto espero o momento em que estou dormino, não sei".
Como é fazer-se grande?
Vim trabalhar com o livro embaixo do braço, com essa coisa de intelectuais que tem alguns atores. E quando me aburreço se nota e alguns dizem 'Daí, já não sou Jimeninha'. É que, exceto em Casi Angeles, sempre fui a garota do elenco. E já de menina era muito mal-humorada.
Você viveu a vida de menina ou perdeu algo?
O que perdi, realmente, decidi perdê-lo. Tratei de ir ao colégio o mais que pude, ainda gravando um monte, e os professores e diretores me ajudaram muito. Sempre elegi este trabalho desde um lado super maduro, coisa que me impressionava um pouco quando olhei para traz. Jamais duvidei do que queria ser.
Boa jogadora de basquete, vaidosa, e 'muito exigente e perfecionista' por autodefinição, um ato escolar lhe marcou o caminho a seguir: 'O colégio havia contratado Claudio Hochman para dirigir uma obra na qual eu era a meio protagonista. O Fiquei muito ocupada, cansada, não sei, e lhe digo a minha mamãe que me notara no teatra. Assim fui estudar com Nora Moseinco e em seguida me surgiu a chance de trabalharem 'El faro (ver La anéctoda).
E passou muito tempo até que tomei conciência do que significava trabalhar com Norma (Aleandro_ ou com Ricardo (Darín). E isso fez com que me viera fresca na tela. Não estava enroscada (inspirada) com o personagem...Bom, quase nunca me enrosco. Era "Que tenho que dizer? Ah, bom, pronto, pronto". E algo disso sigo mantendo. Quando me ponho muito séria a pensar.
Não sou de intelectualizar cada papel nem de pensar-me horas falando ofício do ator. Tenho clarissimo o bom que é trabalhar e ter continuidade no trabalho. Estou muito agradecida e todas as manhãs benho gravar mais madura. Ainda sou muito responsável. Porém isso de namorar com os colegar sobre a técnica e as formações não me vem muito. Sou meio irreverente nesse sentido."
Com um interrompimento e sua agilidade mediante, recorda no bar de 'Pol-ka', o dia em que pisou no local pela primeira vez, há 12 anos: "Acabava de fazer 11 anos, Adrían (Suar) me chamou para uma reunião e creio que vim imaginando em um ato de colégio. Estivemos falando um pouco de tempo, me digo 'Vi El faro, me encantou o que fizeste e queria conhecer. Não tenho uma proposta concreta, porém gostaria que estivesse em algum de meus programas."
O vi e lhe disse "Não, não, eu não vou trabalhar em qualquer de teus programas". mamãe me apertava na perna debaixo da mesa. " O que mão? Eu somente quero estar em GasolerosSSRq. Fazia 3 meses que estava ao ar. Adrían disse "Bom, não está me deixando nenhuma opção, assim que iremos escrever um personagem". E fiquei nas 2 temporadas."
Com uma inancia repartida entre Belgrano e Villa Urquiza, conta que ''era muito Tarzanzinha, me trepaba nas árvores, cortava-me, raspava-me, me lastimava as rodinhas. E, ao mesmo tempo, brincava com minhas bonecas. Tinha e tenho um dos polos muito desenrolados: era machona e também muito feminina. Posso ir encenar ao Hotel Alvear e também comer um assado de parada. Quando fui viver sozinha, por exemplo, todas as tardes ia tomar mate com Hugo, o porteiro, e era um momento muito feliz.
Não gosto de casamentos. Sim, reconheço que estive em uma época de idiota total. Aos 13 anos estava pendentes nada mais que de roupa, dizia que todos, menos minha amigas e eu, eram uns tarado. Até que aos 14 ou 15 me pus noiva e sai dessa barbaridade."
Com papéis que deram o que falar em Los Roldán, por amor a vocês e á Casi Angeles, agora compõe á Poly, a garota que "é como o cérebro de uma briga, uma luz, uma garota muito inteligente que viveu em vários países, meio soberba, uma canseira". este personagem de Los Unicos-a tira que esta semaa estreiou em El Trece, ás 21:30-marca sua volta a Pol-ka, "que é como minha segunda casa". Talvez por isso me vêem fresca, distentida, franca. Talvez, porque, silenciosamente, é como diz ser.
Fonte: Clarín
Tradução: Teen Angels Amores (Annah)
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